MADRI, Mai/10(ACI).- Em breve se publicará o livro sobre música que escreveu o Papa Bento XVI intitulado "Elogiar a Deus com a arte" no qual o Santo Padre "derrama sua paixão pela música e reflete sobre arte, liturgia e teologia", além de dar uma aproximação crítica a obras de grandes compositores como Schubert, Beethoven e Mozart. Conforme informa o jornal La Razón da Espanha, o livro -cuja edição em português ainda não tem data- contém uma introdução de Riccardo Muti, atual diretor do Teatro da Ópera de Roma. No texto o Santo Padre "fala de teologia, do Concílio Vaticano II, de arte e de liturgia" e considera que "a beleza das criações artísticas é uma estupenda maneira de chegar a Deus". "Há uma profunda relação entre a música e a esperança, entre o canto e a vida eterna: não em vão a tradição cristã mostra os espíritos beatos enquanto cantam em coro, tomados e extasiados da beleza de Deus. A arte autêntica, como a oração, não nos afasta da realidade de cada dia, mas sim devolve a ela para ‘regá-la’ e fazê-la germinar para que dê frutos de bem e de paz", afirma a nota que o jornal espanhol escreve a partir da informação do diário La Stampa, da Itália. No livro o Papa Bento XVI "agradece aos músicos que tocam para ele nas audiências e atos oficiais" e expressa sua paixão por seu compositor favorito, Mozart, assinalando que "deixa-me acima de tudo uma sensação de gratidão por haver-nos dado tudo isso e pelo fato de que tudo isso tenha sido dado a ele". O Santo Padre faz uma crítica da perspectiva teológica e cristã sobre grandes compositores musicais como Beethoven e o autor austríaco Schubert, dizendo sobre este último que quando inserida um texto poético em sua música produz uma "trama melódica que penetra a alma com doçura, levando a quem o escuta a sentir a mesma chamada à verdade do coração que vai mais adiante do raciocínio sentido pelo músico". Em novembro do ano passado se lançou o disco "Alma Mater", no qual o Papa Bento XVI fala e canta em cinco idiomas cantos gregorianos e marianos conhecidos. Nesse mesmo mês, sustentou um encontro com 260 artistas na Capela Sixtina no qual recordou a seus compositores a "responsabilidade de comunicar a beleza à sociedade" e sua missão de ser "anunciadores de esperança para a humanidade" através da música.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Musica na Liturgia
"Não somos somente “a banda da Missa”, somos ministros!"
Falar de música litúrgica não é uma tarefa muito fácil, pois não se pode separar a música, que é um elemento, do seu todo que é, a liturgia. O que quero dizer é que a Igreja nos convida, não somente como músicos a entender mais sobre o papel da música dentro da liturgia, mas como cristãos que somos, antes de qualquer coisa, a mergulharmos na riqueza que é esta mesma liturgia, nestes séculos de história onde tudo tem um porque de ser, onde cada gesto, cada cor, cada som é repleto de significados.
Quando não buscamos nos aprofundar nestes conhecimentos, cometemos erros por ignorarmos que a liturgia é sublime demais para a entendermos superficialmente ou simplesmente fazermos o que achamos ser o melhor.
Para que a música seja litúrgica e cumpra seu verdadeiro papel, existem critérios a serem observados não como um peso, mas com zelo, com humildade e por amor.
Deve ter letra de fontes bíblicas ou litúrgicas, com ritmo e melodia inspirados e belos sem deixar de ser acessível ao povo; deve ser comunitário (“nós” no lugar do “eu”) já que estamos reunidos como um corpo; deve estar intimamente ligado ao tempo litúrgico; à festa do dia ou sacramentos (primeira comunhão, crisma, casamento) se for o caso; obedecer à espiritualidade própria de cada momento da celebração. Estes são alguns critérios e precisam ser aprofundados.
Mais do que nunca precisamos ser cristãos católicos interessados por nossa fé, carismáticos que leiam e estudem sobre a doutrina católica e sua belíssima liturgia. Temos inúmeras fontes como: o site da CNBB, que nos oferece matérias e cursos de formação litúrgica e indica tantos livros e documentos, entre eles, muitos específicos sobre música litúrgica; programas em tvs católicas voltados para a formação litúrgica; nossos retiros para ministros de artes, que na sua maioria tem abordado este tema.
A organização das equipes litúrgicas também é essencial, bem como, nossa interação dentro desta equipe, pois quando servirmos numa celebração litúrgica, não somos somente “a banda da Missa”, somos ministros, fazemos parte da equipe que serve na liturgia, a serviço do povo, sem esquecermos que mesmo estando a serviço somos parte deste mesmo povo e com ele celebramos também o mistério da Eucaristia.
Como cristãos, nos é necessário testemunhar nossa busca de radicalidade e santidade através do esforço pessoal de adquirirmos estes conhecimentos com urgência de fazer da melhor forma a nossa parte na construção de uma Igreja melhor que poderá assim caminhar mais rápido atraindo outros para o Pai.
Raquel Carpejani - Consagrada da Comunidade de Vida Recado
quinta-feira, 8 de abril de 2010
O Papel do músico na igreja
O próprio tema já dá este diferencial dentro do que seria o papel do músico na igreja, pois há uma grande diferença entre o ser músico e o ser músico na igreja. Primeiramente existe um dom dado gratuitamente por Deus àqueles que esse mesmo cumula desses dons musicais, seja o tocar, o cantar, o ministrar o louvor. Aí está outro ponto. O músico na igreja é chamado a ser, antes de tudo um minstro do louvor, que glorifica a Deus com seu instrumento. Vive esse processo intenso de formação e maturidade no servir que é estar sempre disponível para o que a igreja necessita.
Em um intenso trabalho também de formação e exercício da humildade, especialmente para os que têm o dom natural da música, é necessário entender que tudo é graça, é dom de Deus.
O ministro de música depende da graça divina, da graça do Alto. Pois é através do Espírito Santo que seu tocar, seu cantar, ministrar, terá acesso aos corações mais endurecidos.
A música por si só, tem o poder de tocar os corações, adentrar em áreas de nosso ser. Uma melodia bem executada, acordes bem trabalhados, podem transformar corações, como também a música expressada de forma, depressiva, bruta, pode levar a pessoa que escuta a vários âmbitos de sua vida e história.Dai, a grande importância e diferencial de um autêntico ministro de música é está constantemente em sintonia com o Espírito Santo, na unção, à serviço, aberto a graça. Assim se faz extremamente necessário um “esvaziamento de si”, onde a graça de Deus age e opera. Toda inspiração para aquele que é chamado a ser esse ministro de música, vem do Alto.
O músico que descobre a graça de ser um instrumento direto de Deus na igreja, descobre a realização do servir Aquele que o chamou em Sua infinita misericórdia, descobre o testemunhar a força do evangelho em forma de canção.O verdadeiro músico crer que o Espírito é aquele que age no seu dom de anunciar o evangelho através de uma melodia, de uma música. Que age não só por talento próprio, mas pela graça tão somente do Espírito Santo inspirador direto e único capaz de transformar, curar e libertar os corações.
A música é uma linguagem universal que todos captam. Vale ressaltar a importância da capacidade do músico que se coloca a serviço da igreja em todo o mundo, em todas as realidades, desde a riqueza da música tradicional aos tempos de hoje, onde o próprio mundo exige uma música, bem tocada, ungida, unida ao Espírito Santo.
Canta-se, toca-se e interpreta-se em nome de uma pessoa e essa pessoa se chama Jesus Cristo vivo e ressuscitado que está no meio de nós. Por isso, devemos exercer o ministério de música a nós confiado com muita seriedade e responsabilidade pois quando nos colocamos à serviço do Reino não sou eu mais quem canto ou toco, mas é Cristo quem canta ou toca em mim. Paulo dizia em uma de suas cartas: “ Já não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim”. O músico que exerce esse ministério vive essa mesma experiência unido Aquele que o criou para glorificar o seu Nome através de seus dons musicais.
O músico na igreja, é aquele que busca viver a cada dia uma profunda intimidade com as escrituras divinas de onde saem o canto mais belo de Deus. O poder da Palavra transformado em música é uma chave que abre os corações mais endurecidos. Por isso, Deus dá também a capacidade de novas composições retiradas da Palavra, seja ela do Antigo ou do Novo testamento onde “o Verbo de se fez carne e habitou entre nós”. Daí se anuncia através da música Aquele que deu sua vida por cada um de nós, que se entregou na cruz por amor a humanidade.
“Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu salvador, porque olhou para sua pobre serva.”(Lc.1,46-47)
Não poderia deixar de citar um grande exemplo de perfeito louvor a Deus, Maria. Ela ao cantar o Magnificat, verdadeiramente glorificou a Deus. O ministro de música é aquele que canta seu Magnificat em sua própria vida, que proclama as maravilhas de Deus na Igreja e no mundo. É aquele que diz também como Maria, ,“ Eis-me aqui Senhor. Faça-se em mim segundo tua palavra”. Faça-se no meu dom de cantar, de tocar, de interpretar, de pintar, de compor música ou poesia... segundo Tua palavra, tua vontade. Faz-me testemunho do Teu evangelho em todos os momentos de minha vida.
Assim “a música se converte verdadeiramente em oração, abandono em Deus, com um sentido profundo de paz.”
Eis o papel do músico na igreja: Estar sempre na postura do “eis-me aqui”, segundo a necessidade da igreja, que precisa do nosso “sim” colocando nossos dons à serviço. Com humildade, busquemos o aperfeiçoamento técnico mas, sobretudo também o aperfeiçoamento espiritual para combatermos contra todo o mal que quer destruir os filhos amados de Deus.
É uma grande missão, mas se temos a Deus nada pode nos abalar.
Coragem músicos, pois somos chamados a macharmos a frente do pelotão com a graça de Deus, com Jesus e guiados pela força do Espírito Santo que tudo pode.
Juliana Mendes
Membro Comunidade de Vida-Missão Toulon FR
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
A arte é bela
Um autêntico amor ao Evangelho nunca nos deixa inertes. A Boa Nova é, antes de tudo, “amor em ato”, e como tal não paralisa o homem, mas o move a amar. As palavras do Evangelho sempre nos colocam diante de uma realidade de amor, quer seja quando é Cristo quem ama quer quando Ele nos prova, com Sua vida, que precisamos amar.
A arte é a maneira mais bela que o homem encontra para agir. Ela é – ou deveria ser – fruto de um movimento que, iniciado no amor, torna-se o ápice da expressão e da comunicação humana. Se hoje a arte se desvia do seu fim de levar as pessoas a uma experiência com Deus, é porque está ferida na sua essência, que deveria ser sempre o amor.
Em qualquer uma de suas manifestações: pintura, dança, música, teatro..., a arte é a maior manifestação da beleza que pode nascer no coração de alguém; enquanto o Evangelho é a maior prova de amor que Deus pôde dar aos homens: Cristo no meio de nós! Estes dois “movimentos”: o Evangelho e a arte, põem a humanidade em evidência e nos levam a perceber que tudo ganha um novo sentido quando gerado no amor. O Evangelho já traz em si a plenitude do amor, que é Jesus Cristo, porém, a arte nem sempre tem o amor como impulso inicial.
A verdadeira arte é o Evangelho encarnado de forma bela pelo homem. Primeiro, o artista recebe um dom de Deus, depois precisa amar esse dom e, por fim, usá-lo em prol da evangelização. Muitas vezes, costuma-se inverter essa ordem e, ao usarmos o dom antes de amá-lo, estaremos oferecendo aos homens algo que o mundo e o pecado também podem oferecer: uma arte indiferente, que nega ou esquece o amor. As pessoas precisam de uma arte nova, santa, essencialmente evangélica, que as convença de que não há nada melhor do que “viver de amor”.
Antes de tudo, a arte precisa ser amada, depois exposta. O próprio Papa João Paulo II nos motiva a empenharmos todas as forças em favor do “Belo Amor”, da construção da beleza como reflexo de Deus para o mundo. É preciso, de fato, nos movermos nessa direção amorosa que a Igreja nos aponta. A arte é capaz de movimentar o amor no homem, amor este que é a raiz do Evangelho. Se a arte não for feita por amor a Cristo e à Sua Boa Nova, em vão será todo esforço por ela. A Pessoa de Jesus é a inspiração dessa arte santa para os homens. É por amor a Ele e ao Seu Evangelho que se deve fazer toda manifestação artística.
Quando a inspiração artística provém de um coração cheio de amor ao Evangelho, consegue inflamar muitos outros corações com esse mesmo amor. Deus se mostra a nós de forma bela e, assim, leva-nos a uma verdadeira experiência com Ele.
Cada artista deve ter a consciência de que é um instrumento, porque, na verdade, é Deus o Autor de todo o bem que a arte comunica. O Criador não apaga a participação do artista, apenas a esconde, porque sabe que o mundo não necessita da arte nem do artista, mas do amor que se esconde em ambos.
O artista, ao fazer-se “veículo” de evangelização, encarna o que diz São Paulo: “Com efeito, o anúncio do Evangelho que efetuamos entre vós não ficou em discurso, mas manifestou o poder, a ação do Espírito Santo e uma realização maravilhosa” (I Tessalonicenses 1,5).
Quando, como artistas, estivermos fazendo a nossa arte remeter a humanidade ao Evangelho, estaremos, de fato, abrindo caminhos para que Deus realize grandes prodígios no coração do Seu povo.
Cristiano Pinheiro C. Bedê
Responsável pelo Ministério de Música Missionário Shalom
A arte é a maneira mais bela que o homem encontra para agir. Ela é – ou deveria ser – fruto de um movimento que, iniciado no amor, torna-se o ápice da expressão e da comunicação humana. Se hoje a arte se desvia do seu fim de levar as pessoas a uma experiência com Deus, é porque está ferida na sua essência, que deveria ser sempre o amor.
Em qualquer uma de suas manifestações: pintura, dança, música, teatro..., a arte é a maior manifestação da beleza que pode nascer no coração de alguém; enquanto o Evangelho é a maior prova de amor que Deus pôde dar aos homens: Cristo no meio de nós! Estes dois “movimentos”: o Evangelho e a arte, põem a humanidade em evidência e nos levam a perceber que tudo ganha um novo sentido quando gerado no amor. O Evangelho já traz em si a plenitude do amor, que é Jesus Cristo, porém, a arte nem sempre tem o amor como impulso inicial.
A verdadeira arte é o Evangelho encarnado de forma bela pelo homem. Primeiro, o artista recebe um dom de Deus, depois precisa amar esse dom e, por fim, usá-lo em prol da evangelização. Muitas vezes, costuma-se inverter essa ordem e, ao usarmos o dom antes de amá-lo, estaremos oferecendo aos homens algo que o mundo e o pecado também podem oferecer: uma arte indiferente, que nega ou esquece o amor. As pessoas precisam de uma arte nova, santa, essencialmente evangélica, que as convença de que não há nada melhor do que “viver de amor”.
Antes de tudo, a arte precisa ser amada, depois exposta. O próprio Papa João Paulo II nos motiva a empenharmos todas as forças em favor do “Belo Amor”, da construção da beleza como reflexo de Deus para o mundo. É preciso, de fato, nos movermos nessa direção amorosa que a Igreja nos aponta. A arte é capaz de movimentar o amor no homem, amor este que é a raiz do Evangelho. Se a arte não for feita por amor a Cristo e à Sua Boa Nova, em vão será todo esforço por ela. A Pessoa de Jesus é a inspiração dessa arte santa para os homens. É por amor a Ele e ao Seu Evangelho que se deve fazer toda manifestação artística.
Quando a inspiração artística provém de um coração cheio de amor ao Evangelho, consegue inflamar muitos outros corações com esse mesmo amor. Deus se mostra a nós de forma bela e, assim, leva-nos a uma verdadeira experiência com Ele.
Cada artista deve ter a consciência de que é um instrumento, porque, na verdade, é Deus o Autor de todo o bem que a arte comunica. O Criador não apaga a participação do artista, apenas a esconde, porque sabe que o mundo não necessita da arte nem do artista, mas do amor que se esconde em ambos.
O artista, ao fazer-se “veículo” de evangelização, encarna o que diz São Paulo: “Com efeito, o anúncio do Evangelho que efetuamos entre vós não ficou em discurso, mas manifestou o poder, a ação do Espírito Santo e uma realização maravilhosa” (I Tessalonicenses 1,5).
Quando, como artistas, estivermos fazendo a nossa arte remeter a humanidade ao Evangelho, estaremos, de fato, abrindo caminhos para que Deus realize grandes prodígios no coração do Seu povo.
Cristiano Pinheiro C. Bedê
Responsável pelo Ministério de Música Missionário Shalom
domingo, 16 de agosto de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Cuidados com a Voz
Decorrente da prática do cantor (ou professor), é comum problemas como rouquidão, laringite, falta de ar para pronunciar as palavras, respiração inadequada, rapidez ao falar, palavras mal pronunciadas, uso de som forte com esforço físico, ambientes empoeirados, giz entre outros. Os cuidados apresentados a seguir foram pensados de forma que o cantor ou o professor possa preservar a sua voz e conscientizar-se da importância de sua manutenção, assim como da disciplina que deve ter ao praticar tais exercícios. --Evitar o fumo, droga ou álcool; -Alimentação balanceada; -Evitar o cansaço físico e mental, compensar com a prática regular de exercícios de relaxamento; -Evitar contato com substâncias alérgicas ou ambientes empoeirados e poluídos; o giz em particular; -Evitar falar em ambientes ruidosos ou ao ar livre; -Umedecer a mucosa da faringe preferencialmente com água, ou com a própria saliva, caso não seja possível ingerir água, durante urna aula, por exemplo; -Dias de clima seco, ingerir maior quantidade de água, durante o dia todo. -Evitar mudanças bruscas de temperatura interna (ingestão sucessiva de alimentos quentes e muito gelados), ou mesmo externa, principalmente quando ao ar livre ou em ambientes aquecidos ou resfriados artificialmente; -Em vigência de qualquer infeção nas vias aéreas superiores, não mudar a voz para torná-la mais eufônica; -Falar sempre na região tonal ótima; -Evitar pigarrear ou tossir. Engolir sempre; -A respiração deve ser de pouca entrada de ar, pois compromete a postura como em 14; -Cultivar o repouso vocal, após, e mesmo antes de uma aula, ou um dia de várias aulas; -Manter uma postura relaxada ao falar ou cantar; -Manter a higiene bocal; -Cuidado com os "conselhos milagrosos" de terapia caseira, tais corno: goles de conhaque para esquentar a voz, mascar gengibre, o que é pouco recomendável, chá, café, cigarro, pastilhas entre outros. Uma eventual cura ou melhora com estes métodos está ligado á cura psicológica de auto-sugestão; -Alterações hormonais. Durante o período pré-menstrual; costuma aparecer uma disfonia (alteração da voz), o mesmo se dando durante a gravidez e a puberdade; -A rouquidão, talvez o problema mais freqüente, é sempre um motivo de alerta, pois indo de uma simples irritação momentânea da mucosa laríngea, passando por calos nas pregas vocais. ulcerações ou ainda coisas mais graves, como um câncer laríngeo. Por isso, a mesma deve ser investida o mais rápido possível, para evitar qualquer tipo de prejuízo vocal. Todos esses cuidados são tidos como básicos para o profissional que trabalha excessivamente com a voz que deve estar sempre bem cuidada, mas não deixar que isso se torne motivo de preocupação exagerada.
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